• Manu Mayrink

Conhecendo Cartagena das Índias (COL) - Parte 1


Quem me acompanha nas redes sociais sabe que acabei de voltar de Cartagena das Índias, na Colômbia. Foi uma viagem super curta (ficamos apenas três dias inteiros lá), mas tô aqui pra dividir algumas das minhas impressões. Algumas coisas estarão neste post e outras vou deixar para a semana que vem, ok?

Bom, nós fechamos um pacote de viagem pela CVC. Eu nunca tinha feito nada por agências de viagem e, realmente, é um facilitador ter alguém para resolver para você as coisas de hotel e avião. Nós também tínhamos direito a transfer de ida e volta em Cartagena. Embarcamos no dia 21 de novembro (terça) pela manhã e pegamos o voo de volta no sábado (25 de novembro), às 17h, em Cartagena. Como são viagens longas, com escala em Bogotá, estes dois dias foram meio que perdidos.

Ainda no Brasil, pesquisando sobre dinheiro, li que o ideal era levar dólares e trocar por pesos lá. Quando chegamos na Casa de Câmbio no desembarque do aeroporto de Bogotá, percebi que poderia muito bem ter levado real para trocar lá. Acho que daria mais certo, com menos perdas financeiras e menos trabalho. O câmbio estava algo em torno de 1 peso = 0,700 reais (ou 1 real = 700 pesos). Sou toda enrolada nessa matemática, se eu estiver falando besteira, me avisem rs Eu também desbloqueei meus cartões, caso fosse necessário para débito ou crédito, mas como já tínhamos deixado hotel pago e eu sou bem econômica, consegui me virar bem trocando 138 dólares e 100 reais. Mas ficou no laço, acho que vale levar mais, principalmente se pretende fazer passeios pagos.

Ainda com relação ao dinheiro, não achei os preços por lá muito em conta. A gente se sente meio rica porque tá cheia de notas, mas a verdade é que, fazendo a conversão mental, os preços são bem parecidos com os nossos, ou até mais caros (diferentemente de Buenos Aires. Há 3 anos, quando fui, me senti a milionária do pedaço. As coisas valiam SUPER. Eram bem mais baratas mesmo!)

Vamos aos passeios. Na quarta-feira, primeiro dia inteiro de viagem que tivemos, fomos direto visitar a "Ciudad Amurallada", praticamente um museu a céu aberto e a principal coisa que nós gostaríamos de conhecer. (Ah, estávamos em um hotel na praia de Bocagrande, o Cartagena Plaza, então fomos até o centro de táxi. Custou 7 mil pesos - pouco mais de 7 reais. E os valores de táxi lá são bem tabelados. Não tem taxímetro, mas eles costumam ser bem corretos com isso).

Como eu tinha lido que o ideal era andar um tempo sem rumo e descobrir para onde os caminhos te levavam, fiz isso. Foi bem legal, mas fomos exatamente para o lado oposto do turístico. Acabamos conhecendo uma parte da cidade mais voltada para o dia a dia colombiano mesmo, com MUITA gente na rua e um calor DANADO! As ruas são super estreitas e o tempo inteiro passa muito carro, então foi bem difícil de conseguir tirar fotos por ali. Depois de muita andança, muita água e algumas comprinhas, voltamos para a Torre del Reloj (nosso ponto central, onde entramos) e seguimos para o Centro Histórico. QUE LUGAR MAIS LINDO!

No Portal de Los Dulces, bem em frente a Torre del Reloj e a Plaza de los Coches, comprei um kitzinho com alguns dos principais doces que havia por ali, mas, pra te ser sincera, não gostei de nada. São doces um pouco diferentes para o meu paladar infantil, na verdade, como doce de tamarindo, por exemplo. No passado, o Portal de los Dulces era o local onde eram realizadas as vendas de escravos. A história de Cartagena se parece muito com a nossa neste sentido, com um dos principais portos e mercados de escravos do Novo Mundo. Tão triste!

Passamos em frente a alguns museus importantes, como o Museo del Oro Zenú e o Palacio de la Inquisición, mas acabamos não entrando em nenhum por conta do nosso pouco tempo de viagem. Além disso, estávamos em grupo (eu, Clara, minha mãe e uma amiga dela) e isso sempre demanda um tempo para conseguir conciliar as vontades e interesses de todos (e eu sou um tanto quanto impaciente, então já viu rs)

Outra coisa legal de lá é que tem MUITO vendedor de fruta em cada esquina, com tudo já descascado e cortadinho, pronto pra comer. É uma das marcas do local e pode super ajudar no calorão!

Em apenas um dia (inteiro e intenso, claro), conseguimos ver muitas das coisas que julgávamos mais importante. Infelizmente algumas ficaram de fora, mas andamos pela muralha, tiramos VÁRIAS fotos da vista, acompanhamos o pôr-do-sol e agradecemos muuito por este primeiro dia!

Semana que vem conto sobre o resto da viagem! <3

E qualquer dúvida que tiverem, só falar que eu vou tentar responder no próximo post!

OBS: todas as fotos do post são minhas, ok?

#lugares

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Foto Sandro_2_edited.jpg

Manu Mayrink é fanática por livros, filmes, séries, música e lugares novos.  A internet é seu maior vício (ao lado de banana e chocolate, claro) e o "Alguém Viu Meus Óculos?" é seu xodó. Ela ama falar (muito) e contar pra todo mundo o que anda fazendo (taurina com ascendente em gêmeos, imagine a confusão!). Já morou em cidade pequena e em cidade grande, já conheceu gente muito famosa e outras não tanto assim (mas sempre com boas histórias). Já passou por alguns lugares incríveis, mas quando o dinheiro aperta ela viaja mesmo é na própria cabeça. Às vezes mais do que deveria, aliás.

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