• Manu Mayrink

Conhecendo Cartagena das Índias (COL) - Parte 3 (E ÚLTIMA!)


Enfiiiiim o último post sobre Cartagena! É pra glorificar de pé! hahaha

Bom, se você tem acompanhado nossa série sobre a cidade por aqui, sabe que nossa viagem durou apenas três dias inteiros para passeios. Hoje vou falar da véspera da nossa volta, quando fomos a Isla del Sol, nas Ilhas do Rosário. O passeio foi oferecido pela própria CVC e eu fiquei bem preocupada porque tinha lido em outros blogs como o local era cheio de vendedores nos importunando o tempo inteiro (e eu já tinha ficado bem traumatizada com a praia de Bocagrande). Mas eu senti que eu precisava ir, porque é um lugar importante e sei lá quando eu vou voltar lá, né?

O passeio custou 58 dólares/pessoa, além do imposto que se deve pagar no cais, de 6 dólares/pessoa. Fomos numa lancha suuuper maneira frenética em alta velocidade que vai tão rápido que nem balança e ninguém fica enjoado hahaha E ainda dá emoção.

Ao chegar lá, não era nada daquilo que eu estava imaginando. A tal Isla del Sol é na verdade um hotel, com praia cercada e fechada. A vantagem clara é que não tinha vendedor pra incomodar, mas fiquei meio decepcionada porque eu realmente tava pensando numa praia enorme, maneira, de mar azulão, e fui parar numa piscininha (o que não significa que eu não tenha me acabado na água, fingindo ser a rainha do Fantástico, não é mesmo? ahhaha)

Uma coisa legal deste passeio foi conhecermos o povoado da ilha. Um guia, morador do local, nos levou para fora do hotel e mostrou as casas, contou as histórias e nos levou de canoa por mangues até o encontro do rio com o mar. FOI LINDO DEMAIS! O passeio custou por volta de 30 mil pesos. Também há outros passeios que podem ser comprados, como visita ao aquário e diversos tipos de mergulho.

O passeio para a Isla del Sol inclui almoço típico com um peixe frito, salada, arroz de coco, mandioca e os famosos patacones (rodelas de bana verde fritas).

Na volta, mais uma hora na lancha (com um pouco mais de emoção, porque o tempo estava virando) e... alguma coisa começou a brigar na minha barriga. Não sei exatamente o que foi e não acho que tenha sido nada na ilha, porque eu já tinha acordado meio estranha. Mas, a partir dali, foi um desastre só. Meu intestino não ficou pra brincadeira e também acabei perdendo a fome. A sorte é que já havíamos sido avisadas antes de ir para Cartagena de que algumas pessoas passam mal por conta da comida e levamos Floratil. Ajudou um tantão (recomendo que faça o mesmo por via das dúvidas). O chato é que, no dia seguinte, nossa viagem de volta começava apenas às 15h, mas eu nem tinha energia pra aproveitar a manhã. Os voos foram dureza, mas cheguei bem e viva no Brasil hahaha

No fim das contas, valeu super ter ido à Cartagena, porque viagens sempre valem à pena, ainda mais pra outros países. É incrível conhecer novas culturas, se virar em outra língua e passear bastante. Mas definitivamente o Brasil tem lugares infinitamente mais ricos. Tirando o centro histórico e a Ciudade Amurallada (que realmente são incríveis e bem cuidados, com uma arquitetura especial), o restante de Cartagena me pareceu um espaço ainda em construção, ainda nascendo e essencialmente turístico. Grande parte do nordeste brasilerio, por exemplo, ganha com facilidade no meu gosto, principalmente no quesito beleza natural e praias de qualidade. Isso sem contar lugares mais perto de nós, cariocas, como Arraial do Cabo.

E vocês? Conhecem Cartagena? O que acharam? Contem pra mim!!

#lugares

0 visualização
Foto Sandro_2_edited.jpg

Manu Mayrink é fanática por livros, filmes, séries, música e lugares novos.  A internet é seu maior vício (ao lado de banana e chocolate, claro) e o "Alguém Viu Meus Óculos?" é seu xodó. Ela ama falar (muito) e contar pra todo mundo o que anda fazendo (taurina com ascendente em gêmeos, imagine a confusão!). Já morou em cidade pequena e em cidade grande, já conheceu gente muito famosa e outras não tanto assim (mas sempre com boas histórias). Já passou por alguns lugares incríveis, mas quando o dinheiro aperta ela viaja mesmo é na própria cabeça. Às vezes mais do que deveria, aliás.

  • Facebook
  • Twitter
  • YouTube
  • Pinterest
  • Instagram