• Clara Mayrink

O esquisito “Todo clichê do amor”, com Marjorie Estiano e Débora Falabella


“Todo Clichê do amor” não é um filme clichê sobre o amor. Com uma narrativa super diferente do que costumamos encontrar nos filmes brasileiros, o longa une três histórias por meio de diferentes perspectivas do amor.

Não há uma clara apresentação dos personagens, como geralmente costuma ser nos filmes brasileiros que assisto. O ritmo do filme também é diferente do comum, o que pode ser interessante, ao menos pela quebra de paradigma, mas foi mal construído.

“Todo Clichê do Amor” traz ainda uma metalinguagem curiosa: um personagem assiste a um filme que é a história de outro núcleo da narrativa. “Desespero de amor” é o livro preferido de um personagem, o filme que outro assiste, e a novela que outro acompanha. São três histórias meio juntas, que vão se entrecruzando no desenrolar da narrativa.

Uma questão interessante que poderia ser a moral da história dentro de uma destas narrativas é que só mesmo um problema muito grande em comum para fazer a gente se olhar nos olhos. Além disso, a diversidade dos cenários e a paleta de cores são pontos positivos do filme. Os tons de cinza, preto e vermelho dão um ar sensual ao longa.

Com um roteiro fraco e uma narrativa que não prende, os cenários e a produção são bons. As produtoras executivas de “Todo Clichê do Amor” são Marjorie Estiano, Maria Luisa Mendonça e Débora Falabella, que também estão como atrizes do filme. A direção é de Rafael Primot, que também atua no longa.

#Filmeseséries

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Manu Mayrink é fanática por livros, filmes, séries, música e lugares novos.  A internet é seu maior vício (ao lado de banana e chocolate, claro) e o "Alguém Viu Meus Óculos?" é seu xodó. Ela ama falar (muito) e contar pra todo mundo o que anda fazendo (taurina com ascendente em gêmeos, imagine a confusão!). Já morou em cidade pequena e em cidade grande, já conheceu gente muito famosa e outras não tanto assim (mas sempre com boas histórias). Já passou por alguns lugares incríveis, mas quando o dinheiro aperta ela viaja mesmo é na própria cabeça. Às vezes mais do que deveria, aliás.

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