"Dark", a primeira série alemã da Netflix que vai dar um nó na sua cabeça


Chegou o momento de conversarmos sobre essa série que está dando o que falar na rodinha do povo que ama Netflix: Dark. Ela já chegou na plataforma sendo muito comparada à nossa querida Stranger Things. Realmente as semelhanças são muitas: percebemos que o mundo vai além do que nossos olhos podem enxergar, vamos pra outros lugares e tem uma empresa de energia com algumas tretas relacionadas a ela. Mas para por aí. Até porque Dark é realmente isso que o nome diz: não temos muitas cores, o clima é pesado e não tem crianças fofas pra gente cair de amores.

A série acompanha quatro diferentes famílias que vivem em uma pequena cidade alemã, Winden. Suas vidas pacatas são completamente atormentadas quando duas crianças desaparecem misteriosamente e os segredos obscuros das suas famílias começam a vir à tona (eu adoro que as tretas sempre acontecem em cidades escondidas de tudo, no interiorzão do mundo! hahaha)

Produzida pela Alemanha, a série sela o acordo de US$ 1,5 bilhão que a Netflix fez com diversos países europeus para a produção de séries, filmes e programas de TVs.

Desde o primeiro momento, percebemos que Dark vai abordar questões relacionadas ao tempo e à forma como lidamos com ele. Mas só lá pelo terceiro episódio entendemos como exatamente tudo isso sera abordado. As coisas podem ficar um pouco mais difíceis pra quem, assim como eu, não está muito familiarizada com todas as teorias de Einstein, Nietzsche e outros sobre o tempo ou o buraco de minhoca. Junta-se a isso o fato de que a série é em alemão e meu conhecimento da língua é zero, o que me obrigou a ficar focada na legenda o tempo inteiro e perdi um pouco das fisionomias. Aí comecei a não saber quem era quem, até porque um monte de gente aparece de uma vez. Mas em algum momento as coisas começaram a se ajeitar.

A verdade é que tudo é bem confuso. E isso não é exatamente ruim, porque a gente fica louco pra assistir o episódio seguinte, buscando respostas pros mistérios que são levantados. Sem dúvidas você vai ficar com a frase "a questão não é onde. Mas quando" martelando na sua cabeça. Eu SEMPRE surto com histórias de viagem no tempo e tudo mais (Interestellar é um dos filmes que mais acaba com a minha cabeça!). Fora que Winden é uma cidade escura, cheia de florestas e cavernas, tem umas pessoas cheias de segredos... Dá um medinho bom!

Algumas dúvidas permanecem (e talvez só um físico possa me ajudar tirar. Se é que há respostas, já que são dúvidas e questões que permeiam a humanidades desde sempre...), mas eu não quero colocá-las aqui porque qualquer uma delas pode ser spoiler. Aliás, que coisa difícil falar dessa série tentando não lançar nenhuma informação indevida! Qualquer explicação sobre a trama fica superficial.

Então, recruto a todos para assistirem Dark e voltarem aqui (ou lá nas minhas redes sociais) para discutirmos mais profundamente isso aí. São só 10 episódios, galera!! E ó: não sei exatamente o que achei do final, se amei ou não... Ainda preciso refletir sobre esse momento. Achei que acabou indo pra um caminho meio lógico diante do que já tinha sido apresentado. Mas... já tô doida pra confirmarem a segunda temporada. Ainda tem muito espaço pra treta ali!

#Filmeseséries

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Manu Mayrink é fanática por livros, filmes, séries, música e lugares novos.  A internet é seu maior vício (ao lado de banana e chocolate, claro) e o "Alguém Viu Meus Óculos?" é seu xodó. Ela ama falar (muito) e contar pra todo mundo o que anda fazendo (taurina com ascendente em gêmeos, imagine a confusão!). Já morou em cidade pequena e em cidade grande, já conheceu gente muito famosa e outras não tanto assim (mas sempre com boas histórias). Já passou por alguns lugares incríveis, mas quando o dinheiro aperta ela viaja mesmo é na própria cabeça. Às vezes mais do que deveria, aliás.

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