#JáLi - VOCÊS CONHECEM MAYA ANGELOU? | "Mamãe & Eu & Mamãe", de Maya Angelou


Trechos para anotar no caderninho:

- "O amor cura. Cura e liberta. Eu uso a palavra amor não como sentimentalismo, mas como uma condição uma condição tão forte que pode muito bem ser o que mantém as estrelas em seus lugares no firmamento e faz o sangue fluir disciplinas por nossas veias".

- "Naquele dia, descobri que podia oferecer algo simplesmente sorrindo para alguém. Os anos seguintes me ensinaram que uma palavra gentil ou de apoio pode ser um presente caridoso. Posso chegar para o lado e abrir espaço para outra pessoa se sentar. Posso aumentar o volume da minha música se ela agradar, ou abaixar se for irritante. Talvez eu nunca venha a ser conhecida como filantropa, mas, com toda a certeza, quero ser conhecida como generosa"

- "'Lembrem-se disso: a coisa mais importante que vocês podem ter é sua reputação. Não roupas, nem dinheiro, nem os carrões que vocês um dia venham a dirigir. Se sua reputação for boa, vocês podem conquistar qualquer coisa que quiserem no mundo'"

- "[...] há momentos em que ninguém está com a razão, e, de vez em quando, entre a família e os filhos, ninguém consegue admitir que não existe ninguém certo e que talvez também não exista ninguém errado"

- "Saí do banheiro, com lágrimas de alívio banhando meu rosto. Ela não me odiava mais nem fez com que eu me odiasse. Demonstrou o mesmo respeito que sempre havia demonstrado em relação a mim. Ela se importava comigo e com meu filho. Ela conversou comigo".

- "Percebi que eu tinha me afeiçoado a ela e que ela havia me libertado. Ela havia me libertado de uma sociedade que me teria feito pensar que eu era a ralé da ralé. Ela me libertou para a vida. E, a partir daquele momento, tomei as rédeas da vida e disse: 'Estou com você, pequena'".

- "Ela estava se sentindo culpada como todas as mães se sentem quando coisas terríveis acontecem com seus filhos.

Eu não conseguia falar, nem mesmo tocá-la, mas nunca a amei tanto quanto naquele momento, naquele quarto sufocante e fétido"

- "Quando contei o resultado do teste à minha mãe, ela ficou feliz. Disse: 'não estou surpresa. Você está indo longe neste mundo, meu amor, porque ousa se arriscar. É isso o que você tem de fazer. Você está preparada para dar seu melhor, mas também sabe que, se não der certo, a única coisa a fazer é tentar mais uma vez'"

- "Depois de uma semana morando no último andar do casarão da minha mãe, a ansiedade me agarrou mais uma vez. Fiquei convencida de que seria difícil, se não impossível, criar um menino negro feliz em uma sociedade racista".

- "'Por que você quer se aventurar no mar?'

'Porque me disseram que nenhuma mulher pode participar do sindicato deles. Insinuaram que o sindicato com toda a certeza jamais aceitaria uma mulher negra. Eu disse: 'querem apostar?' Vou enfiar o pé na porta deles e só tirar depois que todas as mulheres puderem entrar nesse sindicato, embarcar num navio e ir para o mar'"

#livros

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Manu Mayrink é fanática por livros, filmes, séries, música e lugares novos.  A internet é seu maior vício (ao lado de banana e chocolate, claro) e o "Alguém Viu Meus Óculos?" é seu xodó. Ela ama falar (muito) e contar pra todo mundo o que anda fazendo (taurina com ascendente em gêmeos, imagine a confusão!). Já morou em cidade pequena e em cidade grande, já conheceu gente muito famosa e outras não tanto assim (mas sempre com boas histórias). Já passou por alguns lugares incríveis, mas quando o dinheiro aperta ela viaja mesmo é na própria cabeça. Às vezes mais do que deveria, aliás.

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